PORTO REAL
 

Localização - Região do Médio Paraíba, situa-se no extremo oeste do Estado do Rio de Janeiro, a 390m de altitude, 22º25'00'' de longitude W.GR. e latitude 44º17'30". Limita-se ao norte, sul e oeste com o município de Resende e a leste com os municípios de Barra Mansa e Quatis.

Área - Superfície total de 50,8 km².

População - 12.095 habitantes

Aniversário: 05 de novembro


Principais Atividades Econômicas: INDÚSTRIA, PECUÁRIA LEITEIRA E AGRICULTURA

 

Sede da Prefeitura Municipal de Porto Real

Endereço:
Rua Estevam Domingos Pederassi
Centro, Porto Real
RJ, Brasil 27.570-000


DDD: 24
Telefone(s): 3353.2795 / 3353.3500


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Relevo - pode ser dividido em duas unidades morfológicas. A primeira constitui predominantemente uma topografia plana e de sedimentos, dispostos ao longo do Rio Paraíba do Sul e denominada de planície aluvial. Contornando essa primeira área, em nível mais elevado e "montanhoso", surgem os morros cristalinos de forma arredondada, como o Morro Redondo (divisa Porto Real / Barra Mansa), de vertentes íngremes.

Clima - Segundo o "GRABEN", é tropical de relevo, que modifica a temperatura e pluviosidade, pois quando as nuvens carregadas de umidade, são impulsionadas pelo vento contra as paredes deste relevo, faz com que a pluviosidade aumente. Este "GRABEN" é, na realidade, um compartimento rebaixado e encaixado nos contrafortes das Serras do Mar e Mantiqueira, tornando as estações do ano bem definidas, com chuvas de verão e estiagem de inverno, com um clima agradável, na forma das mesotérmicas brandas, com temperatura de superfícies, térmicas e úmida de acordo com a área de influência hídrica.

Solo - predomina o latossolo amarelo, que compreende os solos minerais, geralmente ácidos, profundos, com boa drenagem e baixa quantidade de bases trocáveis. Diferem, principalmente, de outros latossolos por terem sua origem relacionada à cobertura argilosa terceária dos tabúlciros costeiros e de depressão do médio paraíba. Outro solo importante e os aluviais que são resultantes do trabalho de transporte dos rios, e que são formados pela deposição do aluvião sobre o horizonte autóctone. Em termos morfológicos, variam muito, devido a diversidade de material depositado, ocorrem nas várgeas dos principais rios, destacando-se o delta do Rio Paraíba do Sul e a área da bacia de Porto Real.


D. João V concedeu ao capitão-mor Garcia Rodrigues Pais Leme "uma vila onde lhe parecer conveniente, sobre a serra dos Órgãos para as Minas Gerais" segundo o Alvará de 1715, registrado no livro II do Senado da Capital do Rio, em recompensa aos importantes serviços prestados à Coroa, e pelo conhecimento do Caminho Novo.
Não foi possível ao capitão-mor, nem ao seu filho Pedro Dias Pais Leme, efetuar o erguimento da vila. Quem executou foi o Coronel Fernão Dias Pais Leme, fazendo criar no arraial de Campo Alegre a vila de Resende, nome em homenagem ao Conde de Resende, em 1801.
O fato de ser dada essa honraria à família Pais Leme, não lhes dava automaticamente a posse da terra. Já existiam proprietários no local há muitos anos e alguns já plantavam café. Fato que teria sido bastante incentivado pelo Marquês de Lavradio, que isentou em 1772 do serviço militar, os habitantes dessa zona que plantassem um certo número de pés de café.
Porto Real pertencia a região de Resende. É difícil encontrar - nos dias de hoje - qualquer menção de Porto Real nos apontamentos históricos da Vila de Resende.
A referência encontrada é sobre um local conhecido como Minhocal, que em 1800 havia sido adquirido por um certo "ajudante" de nome José de Souza Marques. Que tipo de ajudante ou que pessoa seria esse José Marques não nos é dado conhecer. Por volta de 1822 herdeiros desse senhor entraram numa disputa sobre as linhas divisórias de suas terras. Solicitada a interferência do rei, este deu ganho de causa aos herdeiros, que em agradecimento doaram ao soberano uma grande porção dessa mesma terra.
Nela foi feito um desembarcadouro no rio Paraíba que ficou denominado de Porto Real.
O imperador D. Pedro II passou a utilizar o Porto Real como ponto de parada e descanso durante suas viagens. Tinha duas casas construídas para seu conforto e um pequeno balneário para seu uso.
Na década de 1870 a Província do Rio de Janeiro propôs na Câmara Municipal o estabelecimento de um engenho de cana de açúcar com capital garantido pela Província. O objetivo era o desenvolvimento do município. A Câmara respondeu informando serem favoráveis as condições para o cultivo da cana esclarecendo que na região a lavoura, até então, havia sido cafeeira. Acrescendo-se o fato de os terrenos nesse local serem adequados ao plantio da cana, por serem planos e baixos.
O Governo Imperial criou então a Colônia de Porto Real. E pensou-se em trazer colonos italianos para iniciar a plantação de cana.
O povoado já tinha seu pequeno núcleo que continha na sua composição também elementos suíços e franceses que nesse tempo produziam cana de açúcar em pequena escala, além de lavoura de subsistência como milho, arroz e mandioca.
Nas memórias do Sr. Enrico Secchi, o organizador dessa vinda, há o relato de como foi processada a imigração da Itália para Porto Real.
Em 1874 uma Sra. Clementina Tavernari, nativa de Concórdia de Módena, na Itália, foi a Itália, vinda do Brasil, para recrutar 50 famílias de lavradores no norte da Itália, para fundar em Santa Catarina um núcleo colonizador.
Essa colônia teria o nome da Imperatriz Maria Tereza Cristina.
Seria o primeiro experimento de colonização italiana no Brasil.
No Brasil, a senhora Clementina era conhecida como Adelina Malavazi.
Esse nome foi adquirido depois da separação de seu marido ainda na Itália, quando encontrou o Sr. Alfonso Malavazi conhecido como exímio tocador de flauta.
Ambos vieram ao Brasil e, depois do Sr. Alfonso ter dado vários concertos na capital, foi convidado para se apresentar para a família real.
Foi dessa forma que a Senhora Malavazi conheceu a Imperatriz e passou a ser convidada à Corte. O Sr. Alfonso faleceu, durante esse período, vitimado pela febre amarela.
Essa senhora foi enviada à Itália, então, com o propósito de recrutar os imigrantes para a nova colônia.
Solicitou ajuda do Sr. Enrico Secchi, um professor local, que além de recrutar e organizar a partida das famílias italianas, viria para o Brasil com eles para trabalhar na Colônia.
Depois de inscritas as famílias o entrave era conseguir que algum órgão assumisse a responsabilidade em pagar - se fosse o caso - as despesas dessas famílias de regresso à pátria. Quem se responsabilizou - finalmente - já que a viagem estava se atrasando por essa razão - foi o Dr. Sterlih, um deputado italiano.
Dessa forma foram concedidos os passaportes à famílias de Módena, Mântova, Ferrara, Parma e Reggio.
Embarcaram no navio "Anna Pizzono", dia 22 de Dezembro de 1874, que havia sido um navio da marinha mercante americana, do qual tiraram as máquinas, transformando-o num navio com 4 velas. Dessa forma o navio dependia de ventos o que, por vezes, alongou a viagem.
O relato do Sr.Secchi cobre toda a viagem, os enjôos de praticamente todos os passageiros, tempestades no mar, brincadeiras de batismo de passagem da linha do Equador, sobre as quais todos tinham as mais estranhas idéias, e infelizmente - algumas doenças à bordo que resultaram - poucas - em mortes.
Chegaram no Rio de Janeiro dia 16 de Fevereiro de 1875. Grassava a febre amarela no Brasil, e por essa razão os imigrantes ficaram na hospedaria de onde embarcaram no dia 19, de trem, diretamente para Porto Real.
O Sr. Secchi se tornaria professor primário para os filhos dos colonos italianos.
Os colonos foram acomodados em vários quartinhos erguidos à beira de um grande pátio. Receberam alimentos para sua sobrevivência. Receberiam ainda um pequeno salário durante 3 meses. Tinham um médico para atendê-los, que era o médico pessoal da ferrovia de Barra do Piraí.
Ele conta que encontraram assentadas uma grande família suíça, duas famílias portuguesas das ilhas, uma espanhola e uma alemã.
A senhora Malavazi ia ao Rio de Janeiro - às vezes - tratar com a Imperatriz sobre a transferência para Santa Catarina. Mas a febre amarela fazia muitas vítimas e o governo decidiu deixá-los em Porto Real.
Numa das suas viagens a senhora Malavazi voltou com a febre amarela e faleceu. Está enterrada no pequeno cemitério em colina em Porto Real, seu túmulo é o que está marcado com o cruzeiro. A cidade deve a sua existência a essa senhora.
O Sr. Secchi, que por motivos pessoais teve que ir algumas vezes ao Rio de Janeiro descreve a cidade como um lugar deixando muito a desejar "ruas estreitas e tortuosas, calçadas de apenas l metro de largura" sendo que a única rua que se destacava era a do Ouvidor, onde estavam as lojas mais importantes, era também muito estreita.
Os colonos logo procuraram o Sr. Sechi dizendo que preferiam ficar em Porto Real e não ir mais para Santa Catarina. Argumentaram sobre as boas condições climáticas, o fato de ser perto da estação ferroviária e as boas relações com os outros colonos.
O Ministro da Agricultura e a Imperatriz foram consultados e logo mandaram engenheiros para subdividir em lotes de 10 hectares as melhores terras ainda não desmatadas.
Os colonos começaram a trabalhar em seus lotes plantando cana de açúcar, a espera de que o governo ou uma empresa privada, montasse um engenho para a produção de açúcar.
Os engenheiros vieram do Rio para implantar engenho para a distilação do aguardente, quase no momento de perder a colheita por falta de local para seu processamento.
Porto Real, por ser próxima da capital era visitada por ministros e embaixadores estrangeiros.
D. Pedro II, quando da sua visita, foi recebido com grande festa pelos colonos. O contato entre os colonos e o Imperador foi bem próximo e este perguntou a muitos deles se estavam satisfeitos e bem tratados.
Nessa época foi formada uma companhia no Rio de Janeiro com o nome de Paile Fine & Companhia para a exploração de mandioca e batata doce da qual tiravam um conhaque que estava bem cotado no comércio.
Porém não haviam grandes plantações, em Porto Real, desses produtos, tendo por outro lado grandes canaviais, aumentou-se então a construção que estava à margem direita do rio Paraíba, transformando-a para produção de açúcar, com o nome de Engenho Central de Porto Real. Paile Fine & Companhia retirou-se e o Governo do Brasil passou a concessão da exploração daquela ex-colonia a outra companhia denominada Companhia União Agrícola, declarando emancipada a Colônia de Porto Real e terminando seu compromisso com os colonos.
O Sr. Secchi deixou Porto Real em 1886. Nas suas memórias relata suas outras ocupações no Brasil e os projetos dos quais participou.
Ainda conta sobre a Proclamação da República, que para ele foi completamente inesperada. Diz o Sr. Secchi que ninguém acreditava que o Marechal Deodoro da Fonseca teria coragem de exilar a família imperial, já que todos sabem, dizia ele, que o Imperador mantinha do seu bolso a mãe do Marechal. O Imperador, que estava em Petrópolis, ao receber o telegrama, não queria acreditar que os brasileiros tivessem coragem de executar a deposição.
Quando chegou à Corte, tinha à sua espera um tenente (o marechal não se apresentou - diz o Sr.Secchi - com medo de retratar-se) que o intimou a deixar o Brasil com sua família.
Eles embarcaram na mesma noite.
Interessante notar que um artigo da Constituição dizia que todos que se encontrassem em terra brasileira seriam considerados cidadãos brasileiros, a menos que fizessem declaração expressa de sua nacionalidade junto a seus consulados.
A Usina teve sempre uma grande importância para Porto Real. A vida do pequeno povoado sempre girou em torno da Usina.
Uma referência histórica diz que em 1895 foi adquirida pelo Conde Wilson, sem especificar quem seria esse senhor e qual a sua ligação com a Família Real, pois além adquirir as terras do Imperador que incluíam a grande casa em frente ao embarcadouro do Imperador (casa que foi derrubada) construiu também uma linha férrea para o transporte da cana de açúcar.
A Usina foi transferida para a Refinadora Paulista S/A do Comendador Morganti, que a modernizou. O Comendador na época da 2ª Guerra Mundial sofreu muitas perseguições por ser de origem italiana. Se desiludiu com a Usina e a passou para o Sr. Antônio França Filho.
A Usina, depois da guerra, passou a utilizar suas dependências para também engarrafar Coca-Cola, num experimento para ver a aceitação dessa bebida no Brasil.
O Sr. Pineschi, que também foi Prefeito de Resende, e era então Gerente da Usina, conta que a idéia era utilizar um período de baixa produtividade do açúcar usando as dependências da Usina alternativamente.
Para a bebida ser aceita e as vendas se estabilizarem, foram necessários cinco anos de investimentos sem retorno adequado.
Depois a Fábrica da Coca Cola passou a ser uma das marcas da cidade.
O proprietário atual é o Sr. Renato Monteiro.
A fábrica de Coca-Cola contínua tendo uma relação íntima e de amizade com a cidade de Porto Real.
Porto Real foi até 1995, distrito de Resende. Teve, em razão das plantações de açúcar, um desenvolvimento diferente da cidade de Resende que passou por todas as vantagens e percalços do ciclo do café.
É como se fosse uma ilha de exceção no mar de cafezais.
A exceção também existe em função da colonização italiana em contrapartida à escravidão utilizada nas fazendas de café.
Seus`habitantes são os descendentes dessas primeiras cinqüenta famílias italianas e dos outros colonos que já estavam assentados.
Mantém os costumes de seus antepassados na boa comida - na cidade são encontrados ótimos restaurantes de massas - de doces e pães caseiros de origem italiana e outros brasileiros. A mistura das duas tradições é bem interessante.
É um povo de traços bonitos, como é comum às pessoas de origem italiana, são simpáticos e reservados ao mesmo tempo. A cidade de ruas largas e bem cuidadas, com casas construídas no meio de jardins, ressalta e valoriza as terras planas do município.
Muitas empresas importantes estão se instalando em Porto Real o que reafirma sua vocação industrial.
A instalação das indústrias não altera de forma desfavorável a bela paisagem plana cortada pelo rio Paraíba. O rio praticamente rodeia a cidade, cujas margens bem cuidadas de intensa vegetação rasteira, valorizam esse lindo caminho fluvial, cujas águas calmas tem o brilho de um espelho.

 

As terras que hoje pertencem a Porto Real tiveram sua colonização iniciada no final do século XIX, em princípios de 1875, quando chegaram ao Brasil, a convite do Imperador Dom Pedro II, os primeiros imigrantes italianos, vindos das cidades de Novi di Modena e Concordia Sulla Secchia, província de Modena, na Itália.

Os fundadores da colônia se instalaram nas terras da mansão do Conde Wilson, que abrigava a Família Real nos períodos de veraneio, quando esta chegava de Petrópolis. Viajava de trem até o povoado de Floriano, depois subia de barco o Rio Paraíba do Sul até a mansão, onde desembarcava em um pequeno porto às margens do rio. Devido a existência deste pequeno porto e a presença do Imperador na região, surgiu o nome de Porto Real.

Os italianos, de origem católica, trouxeram para o Brasil a imagem de Nossa Senhora das Dores (Madonna Adolarata), que se tornou a padroeira do município. Construíram uma praça no centro da colônia, ergueram uma igreja, em estilo gótico bizantino, onde se encontra exposta a imagem da santa.

A principal atividade econômica da época da colonização era a agricultura, tendo como principal produto a cana-de-açúcar. Para beneficiar a cana produzida, foi construída uma usina açucareira, que foi a primeira industria de Porto Real e ponto de partida para sua história industrial. Durante a entressafra, a mão-de-obra ficava ociosa, e foi para aproveitá-la que se instalou, na açucareira, uma fábrica de refrigerantes, hoje conhecida como Companhia Fluminense de Refrigerantes, uma das maiores fábricas de bebidas do Estado do Rio de Janeiro, detentora da concessão da empresa americana The Coca-Cola Company.

A colônia continuou crescendo, tornando-se o distrito mais importante do município de Resende. Surgiu então a necessidade de uma autonomia político-administrativa, que deu origem ao movimento pró-emancipação.

Em 5 de outubro de 1995, foi realizado um plebiscito histórico. A população foi às urnas e decidiu pela emancipação do município de Resende. Em 28 de dezembro do mesmo ano, o município foi criado por decreto assinado pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Nunes de Alencar.

Em 3 de outubro de 1996 foi realizada a primeira eleição, tendo como prefeito eleito Sérgio Bernardelli, como vice-prefeito Luiz Carlos de Souza Cardoso e nove vereadores, que tomaram posse em 1º de janeiro de 1997.

 

 

Rio Paraíba

O Rio Paraíba, cuja nascente fica na Serra da Bocaina, em São Paulo, atravessa quase todo o estado do Rio de Janeiro. Na cidade de Porto Real, o Rio Paraíba praticamente rodeia 2/3 do município. O seu leito já foi utilizado no século passado para o transporte de cana-de-açúcar - especialmente nessa região. Obviamente também havia o transporte de café, tendo em conta que toda a região em torno de Porto Real era grande produtora de café. Era utilizado também para o transporte de passageiros. D.Pedro II tinha o seu porto - daí o nome Porto Real - e casa nesse trecho próximo a atual cidade de Porto Real. Suas águas são calmas e a vegetação é baixa, ao longo das margens, no percurso que cruza Porto Real. A paisagem ao longo do Rio é linda, suas águas parecem um espelho e as margens compõem um cenário de paz e tranqüilidade. A pesca amadora é praticada no rio. Encontram-se no rio vários tipos de peixes como piau, dourado, bagre, traíra, etc.

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O município é dotado de três estações de tratamento de água e duas de esgoto (70% dos domicílios atendidos), duas lagoas de estabilização, sistema de coleta de lixo com um veículo compactador novo (100% dos domicílio atendidos), três vias de acesso pela Via Dutra (km 290 - Estrada Floriano - Porto Real, km 292 - novo acesso passando pela Guardian e km 297 - Pólo Industrial - acesso à Peugeot e Galvasud), uma via de acesso por Quatis (ligando o município ao Sul de Minas Gerais), 4 empresas de transporte coletivo com linhas municipais e intermunicipais, 400 empresas de transporte de carga (na região), energia elétrica em abundância (138 mil kw), gás natural encanado, telefonia convencional e celular (fibra ótica), transporte ferroviário (RFFSA), transporte aéreo (aeroporto de Resende a 15 km), DETRAN, Correios, bancos, postos de combustíveis, etc.

O município possui rede municipal de saúde composta por uma Unidade Mista Hospitalar "São Francisco de Assis", devidamente aparelhada, que será ampliada, e dois postos de saúde em funcionamento e com projeto para a construção de dois novos postos, com um atendimento à população de alta qualidade. O município também oferece um ótimo serviço de ambulâncias, com uma frota de três veículos novos e equipados. Para atendimento particular, conta com uma clínica médica e um centro odontológico;

Na área de esporte e lazer, o município conta com cinco praças esportivas, quatro campos de futebol, um ginásio poliesportivo com capacidade para 6 mil pessoas, dois clubes e duas boates. A CBF - Confederação Brasileira de Futebol, mantém uma "escolinha de futebol" para o ensino de crianças carentes.


 

 

 

 


 

   
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